Saturday, January 12, 2008

A notícia que não é noticia… ou se calhar foi e já não é!

Hilariante!
Foi esta a palavra que me ocorreu quando ao final desta tarde, com a ajuda de um amigo, colega jornalista de um dos canais de televisão, deslindei o que estava por trás da história do ALCOCHETEJAMÉ.

Começando pelo início:
O semanário Sol fez notícia com o facto de um bracarense, aproveitando o uso mediático do vocábulo “jamais” usado por Mario Lino, a propósito da instalação do novo aeroporto em Alcochete, ter pedido, junto do Instituto de Propriedade Industrial, o registo da patente de marca “Alcochetejamé”.

Mais órgãos de comunicação social, inclusive a rádio Antena Minho, davam conta deste facto, sabendo-se que este (suposto) empresário, de nome António José, iria ter direitos de propriedade nas áreas de vestuário, comunicação e publicidade, restauração e hotelaria. Mais… esta estação tinha inclusive som testemunhal (de muito boa qualidade!) deste senhor, que, graças a um golpe de génio, ficou nas bocas do mundo.

A história (ou será estória?) ficou interessante quando todos (com televisões incluídas) desataram a procurar contacto com este bracarense. E não é que ninguém o conseguia!
A pergunta repetia-se: Quem é este António José?
(mesmo havendo tantos neste simpático país, confesso que tive logo a minha desconfiança)

Claro que, acabou por descobrir-se quem teve este “golpe de asa”, mas, o caso tinha mudado de figura!
Declarações, ele não presta. Entretanto, uma fonte assegura que chegou à fala com o dito (em “off the record”, claro) e este terá garantido que vai retirar o pedido de registo, pois “não quer arranjar problemas“.
Parece que, cá no ”burgo”, houve quem não gostasse da brincadeira.
 
O “Alcochetejamé” vai morrer antes de nascer… um aborto legal, talvez!
E nesta altura, o bom do “ToZé” deve estar a pensar: Registar patentes de cariz político… Jamais!

Posted by Pedro Costa at 00:42:47 | Permalink | Comments (4)