Monday, January 28, 2008

Museu da Imprensa mostra Manchetes do Regicídio

O Museu Nacional da Imprensa inaugura amanhã, dia 29, às 18h00, a exposição documental intitulada “As Manchetes do Regicídio, composta por mais de meia centena de publicações. Esta iniciativa visa assinalar o centenário do assassinato do Rei D. Carlos e do seu filho D. Luís Filipe, a 1 de Fevereiro de 1908.

Segundo a nota de imprensa do Museu, «especial destaque merecem os originais do Jornal de Notícias e Primeiro de Janeiro, bem como a revista “Ilustração Portuguesa”, na qual podem ver-se imagens dos corpos estendidos no chão, acompanhadas pelo relato dos acontecimentos».

A mostra inclui as primeiras páginas de jornais como Diário de Noticias, “Aurora do Lima”, “A Lucta”, “A Nação”, “O Futuro”, “A Voz Publica”, “Vanguarda”, “Diário Ilustrado”, “Diário Popular”, “O Commercio do Porto”, “O Mundo” e “O Século”.

A exposição “As Manchetes do Regicídio” pode ser vista no Museu da Imprensa, no Porto, até 31 de Maio, todos os dias das 15h00 às 20h00.

Para ver também aqui o que escreveram o Diário de Notícias” e O Século”.

Posted by Luísa Teresa Ribeiro at 20:02:56 | Permalink | No Comments »

Porque A Verdade Dói

Quando menos se espera somos atacados por um qualquer arrastão. Para que conste aqui fica mais uma ideia:

A imprensa local é ainda hoje muito dependente da publicidade local e pública, o que demasiadas vezes limita a sua independência política. Os blogues têm sido, em muitos lugares, um espaço raro de opinião livre. Uns são anónimos, outros assinados, uns são de políticos ou candidatos a políticos, outros de simples cidadãos, uns são individuais outros colectivos. Uns são excelentes e outros nem por isso. Mas se há blogues que têm sentido as pressões e as perseguições políticas (por vezes judiciais) são os blogues locais. Demasiados autarcas estão pouco habituados à crítica e à denúncia”.

Palavras retiradas daqui

Posted by Pedro Antunes at 15:10:20 | Permalink | No Comments »

Dúvidas que atormentam

«É uma perfeita loucura a quantidade de coisas que precisamos de saber para podermos ler um jornal. As nossas publicações, mesmo aquelas que se proclamam populares, estão infestadas de signos indecifráveis, de referências obscuras, de alusões a acontecimentos e personagens esquecidos [...]. O maior defeito de que nós, jornalistas, enfermamos é o de falarmos de tudo, como se o leitor soubesse antemão aquilo que lhe vai ser comunicado».

A. Frossard, jornalista do semanário Le Point
em Ricardo, Daniel (2003). Ainda bem que me pergunta. Lisboa: Editorial Notícias, pag. 43

Esta foi a citação que me veio à cabeça quando tentei ler uma revista dita “de televisão”.

Fiquei com muitas dúvidas, mas a mais atroz é se é suposto eu saber o que se passa na vida alegadamente privada de pessoas que não sei (nem quero saber) quem são!

Posted by Luísa Teresa Ribeiro at 01:46:47 | Permalink | No Comments »