Os meios de comunicação social acompanham, anualmente, as datas mais marcantes do calendário. Em alguns casos, foram eles que contribuíram decisivamente para que essas datas obtivessem a visibilidade que têm hoje, como é o caso, entre nós, do Halloween ou do Dia de S. Valentim.
O calendário anual começa com o Ano Novo e continua com o Carnaval, a Pascoa, o pré-férias, férias e pós-férias, o regresso às aulas, o Halloween e o Natal (aqui e aqui). Pelo meio, há ainda os incontornáveis “Dias de…”, com destaque para o Dia da Mãe, Dia do Pai, o Dia dos Namorados, o Dia da Mulher e outros.
Estamos em pleno Dia dos Namorados. Há quem faça edições especiais por causa desta data (por exemplo aqui e aqui) ou quem apresente sugestões para esta ocasião (aqui).
Em relação aos temas, já vimos todas as abordagens possíveis sobre o amor, desde os amores proibidos a todos os outros: entre etnias, entre deficientes, na infância, na pré-adolescência, na idade adulta, na terceira idade, na quarta idade, misturando todas as idades, entre homens e mulheres, entre homens e homens, entre mulheres e mulheres, a dois, a três ou a mais, entre vizinhos, entre pessoas que vivem com um ou dois oceanos pelo meio, com e sem sexo (ver exemplos aqui e aqui)…
Estas questões são, normalmente, acompanhadas com sugestões comerciais. No meu caso, tal como disse em relação ao Natal, não contem comigo para compras extras.
Venham a seguir as “ideias” para a Páscoa e imaginem qual vai ser a minha resposta….