Friday, February 15, 2008

Sócrates Vs Público

“Além de alguma noção de ridículo, o que falta a este PSé um ligeiro sentido democrático, capacidade de aceitar a crítica e de respeitar a liberdade de imprensa. O que o Público fez foi uma notícia, fundamentada e investigada. O que o PS fez foi um escândalo , exagerado e despropositado. É pena que, mais de 30 anos depois do fim da ditadura, ainda haja políticos que convivem mal com a imprensa livre”.

Editorial Sábado

Posted by Pedro Antunes at 17:29:32 | Permalink | No Comments »

Comprar tralha (II)…

As novidades são uma constante no mundo dos produtos associados às publicações. Se um consumidor se distrai, corre o risco de apanhar uma colecção a meio!

As últimas notícias de que me recordo sobre este tema, que já foi referido aqui, são as seguintes:

Colecção Via Sacra no Correio da Manhã

24horas distribui colecção Grandes Compositores

Sol lança especiais temáticos na Tabú e Confidencial para captar anunciantes

Caras com ofertas para o Dia dos Namorados

TV7 Dias prepara lançamento de faqueiro Faial

O Jogo distribui DVD

Maxmen lança novos fascículos

Esta matéria é abordada num texto muito interessante de Pedro Rolo Duarte, que vale a pena ler na íntegra aqui:

«Todos os dias me interrogo sobre a imprensa diária, praticamente um euro por jornal, e o caminho que leva. Interrogo-me muitas vezes sobre os semanários, as revistas, ao preço de 3 ou 4 canções no I-tunes (e as canções ouvem-se tantas vezes…). Acho sinceramente que há um trabalho profundo de reflexão, análise e reacção por fazer nos media. Por agora, chuta-se para a frente com DVD’s, faqueiros, cursos de línguas e o mais que houver. Tapar o sol com a peneira e fazer de conta que aquela remodelação gráfica veio mesmo a calhar.

Jornais sem marketing e ofertas, nem pensar. Claro que sim. Mas é melhor antecipar cenários e fazer a pergunta: para quê jornais (ou revistas), se são quase residuais os que os compram pelo produto em si? Se um jornal vale o dobro da sua venda por oferecer um DVD, não vale ele próprio metade do que aparenta? Que negócio é esse, então?»


Posted by Luísa Teresa Ribeiro at 01:44:42 | Permalink | No Comments »

O ComUM está de volta

O ComUM regressou à actividade, propondo-se «contribuir para que se discuta mais o statu quo» da Universidado do Minho.

O director, Rui Passos Rocha, afirma no editorial:

«[...] A gestão dos destinos da academia é feita com base em fundos comuns, pelo que todos nós, concordando ou discordando, devemos estar atentos a ela. Só assim nos sentiremos pertencentes a um todo. Inserido neste meio, o ComUM pretende ser mais uma forma de todos se consciencializarem de que há um debate a levar a cabo - não por motivos temporais, mas porque é esse o nosso dever.

Destrancamos as portas conscientes de que a nossa universidade vive momentos de letargia. É um sono interior, exacerbado pelo maior preenchimento da agenda que Bolonha acarreta, pelo encurtamento da experiência académica e pela ausência física - dos que decidem e dos que gostavam de decidir».

Depois do regresso online, aguarda-se com expectativa a edição impressa. E já não falta muito, como foi dito aqui.

Posted by Luísa Teresa Ribeiro at 00:10:47 | Permalink | No Comments »