Sócrates Vs Público
Editorial Sábado
Editorial Sábado
As últimas notícias de que me recordo sobre este tema, que já foi referido aqui, são as seguintes:
Colecção Via Sacra no Correio da Manhã
24horas distribui colecção Grandes Compositores
Sol lança especiais temáticos na Tabú e Confidencial para captar anunciantes
Caras com ofertas para o Dia dos Namorados
TV7 Dias prepara lançamento de faqueiro Faial
Esta matéria é abordada num texto muito interessante de Pedro Rolo Duarte, que vale a pena ler na íntegra aqui:
«Todos os dias me interrogo sobre a imprensa diária, praticamente um euro por jornal, e o caminho que leva. Interrogo-me muitas vezes sobre os semanários, as revistas, ao preço de 3 ou 4 canções no I-tunes (e as canções ouvem-se tantas vezes…). Acho sinceramente que há um trabalho profundo de reflexão, análise e reacção por fazer nos media. Por agora, chuta-se para a frente com DVD’s, faqueiros, cursos de línguas e o mais que houver. Tapar o sol com a peneira e fazer de conta que aquela remodelação gráfica veio mesmo a calhar.
Jornais sem marketing e ofertas, nem pensar. Claro que sim. Mas é melhor antecipar cenários e fazer a pergunta: para quê jornais (ou revistas), se são quase residuais os que os compram pelo produto em si? Se um jornal vale o dobro da sua venda por oferecer um DVD, não vale ele próprio metade do que aparenta? Que negócio é esse, então?»
O ComUM regressou à actividade, propondo-se «contribuir para que se discuta mais o statu quo» da Universidado do Minho.
O director, Rui Passos Rocha, afirma no editorial:
«[...] A gestão dos destinos da academia é feita com base em fundos comuns, pelo que todos nós, concordando ou discordando, devemos estar atentos a ela. Só assim nos sentiremos pertencentes a um todo. Inserido neste meio, o ComUM pretende ser mais uma forma de todos se consciencializarem de que há um debate a levar a cabo - não por motivos temporais, mas porque é esse o nosso dever.
Destrancamos as portas conscientes de que a nossa universidade vive momentos de letargia. É um sono interior, exacerbado pelo maior preenchimento da agenda que Bolonha acarreta, pelo encurtamento da experiência académica e pela ausência física - dos que decidem e dos que gostavam de decidir».
Depois do regresso online, aguarda-se com expectativa a edição impressa. E já não falta muito, como foi dito aqui.