E esta, hein?
Vocês desculpem, mas eu não sei que reacção se pode ter perante uma notícia como esta… A minha primeira reacção é rir-me. Mas posso estar a ser injusto. Posso não estar a perceber a utilidade da coisa…
Espero que o meu carissimo colega Pedro Costa me possa elucidar sobre isto. Reconheço que o meu afastamento permanente dos palcos radiofónicos não me permite outra reacção que não rir…
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12:53:28
Caríssimo Antunes,
Não é bonito, da minha parte, fazer crítica. Mas…
A opção não é tão descabida quanto possa parecer à partida , quanto a mim (talvez louca, insólita ou arrojada.
É, porventura, marketing? Se é, parabéns.
É pura inocência? uffff que sorte!
É legal? Com a devida autorização das autoridades reguladoras, estas emissões de transição podem fazer-se.
Quanto aos teus risos, amigo:
Por causa das gargalhadas do país, o “Zé das Galinhas” fartou-se de facturar, na condição de mártir nacional, enquanto o Moniz sacudia as audiências…
E mais não digo…
Mas ó Pedro, diz-me de tua justiça…Três dias a ouvir Beatles?????
Eu lembro-me dos meus tempos radiofónicos, de uma emissão 24 horas na Rádio Universitária onde os Mão Morta tomaram conta coisa. Mas aqui foi uma banda viva que tomou conta dos destinos da rádio durante um dia. Passaram música, comeram pizzas, beberam uns copos, leram textos, madaram piadas!
3 dias a ouvir Beatles? Campanha de marketing? Inocência? Pois…
Talvez as audiências não sejam as melhores, mas que a medida põe a estação nas “bocas do mundo” (que é o mesmo que dizer nas bocas de Viana)… parece-me que sim.
Há teorias recentes de consultores de rádio que defendem que, quando uma estação (se esta estiver segmentada) pretende mudar de formato, uma transição fora do formato antigo e fora do formato novo é benéfica para acelerar a ruptura com o auditório antigo.
Teorias…