A manchete do JN
A manchete do JN desta manhã destaca o assalto de que foi vítima, um agente da brigada de homicídios da PJ.
Primeiro, no lead da primeira página fala-se da hipotese de um “acto premeditado de vingança” que está “quase afastada“, mas no desenvolvimento da notícia, num outro lead, escreve-se “acto de vingança também foi admitido”.
Admito que é o meu ponto de vista, mas, esta certa ambiguidade gerada por expressões diferentes que querem dizer a mesma coisa, acrescenta alguma coisa à notícia?
Segundo, o lead do desenvolvimento refere que a vítima ficou “…com a cara e a mão direita desfiguradas…”.
Fiquei intrigado, pois não sei bem qual o conceito de “mão desfigurada”!
PS. Não que eu esteja particularmente atento aos supostos erros, que, todos nós, vamos cometendo no exercício da profissão (o erro está inerente ao exercício), mas quando se trata da manchete… da noticia de abertura… da “bomba” informativa… da “grande” notícia… não deveriam os “filtros” actuar melhor?