Bom senso
A questão é posta com enorme lucidez por Abílio Peixoto, na pag. 3 do suplemento “TeleEscolha” do Diário do Minho de hoje, em relação à morte do Cónego Melo. Vale a pena ler na íntegra e reflectir.
Aqui fica apenas uma parte:
«Agora que Monsenhor Melo faleceu, é natural que o seu nome regresse ao “palco mediático”, não só em termos meramente noticiosos, mas também no âmbito do chamado “jornalismo opinativo”. Não vislumbro qualquer inconveniente em que tal aconteça. Mas seria bom que os jornalistas e demais personalidades a quem os “media” dão voz tratassem o seu nome e a sua imagem com o respeito que é devido a qualquer Cidadão (embora o Cón. Melo não tenha sido um Cidadão “qualquer”…). Porque falar dele, a propósito do seu falecimento, reactivando “velhos” discursos enviesados e sem a isenção e a imparcialidade que se impõem deixará ficar mal os “media” e, muito especialmente, a televisão — pelo impacte que esta tem junto do país inteiro. É que se isso aconteceu, infelizmente, por diversas vezes em vida do Cónego Melo Peixoto, ele agora já não está aqui para se “defender”».

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