Nem só de jornalistas vivem as redacções
«(…) Com uns tenros 22 aninhos, pensava eu, que uma secretária de redacção serviria para atender telefones e pouco mais. Com o tempo, descobri que, entre atender telefones, fazer agendas, marcar fotografias, estabelecer a ponte entre os jornalistas e editores, passar horas intermináveis em reuniões, atentas aos mais infímos pormenores (que são os que fazem a diferença…), marcar serviços, falar com os correspondentes, etc, o meu papel ía muito mais longe do que isso e era essencial numa redacção onde trabalhavam cerca de 50 pessoas, que é o mesmo que dizer, 50 seres humanos, com sucessos e fraquezas para gerir, quase 24 sobre 24 horas».
Sónia Pessoa escreve, no “Os livros que ninguém quis dar a ler“, sobre o secretariado de redacção. Uma chamada de atenção pertinente porque nem só de jornalistas vivem as redacções.
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23:31:56
obrigada Luisa…
Sónia Pessoa
Eu sei para quem é esse comentário. Conheço alquém que precisava de ler isto!